
Na escola da vida, ninguém pergunta se você quer se matricular.
Basta nascer e já está inscrito.
O período letivo…
Ah, esse nunca acaba.
O curioso é que, nessa escola, somos alunos e ao mesmo tempo podemos ensinar também.
Mas o grande mestre é o tempo — esse professor exigente, paciente e, às vezes, severo.
Ele não dá aviso prévio de prova.
Um dia você acorda e lá está: o teste na mesa!
E se não estudou, não praticou, vai falhar. Mas quase sempre terá direito a uma nova chance.
Algumas matérias são leves: amor, amizade, gratidão, alegria.
Outras exigem mais esforço: paciência, tolerância, perdão, humildade…
Tem também aquelas disciplinas que a gente preferia não cursar: dor, perda, solidão.
Mas é com elas que o aprendizado se aprofunda.
O diretor da escola.
—Chamado de DEUS—
Tem um jeito todo particular de preparar as lições.
Às vezes, ensina pelo afeto. Outras, pela dificuldade.
E assim vamos acumulando notas, sem boletim impresso, mas com um registro implacável no coração.
Nos conflitos, aprendemos a valorizar a paz.
Na escassez, descobrimos o que nos é suficiente.
Ao ver injustiças de desigualdades, treinamos a solidariedade.
E, no convívio diário, aprendemos a arte difícil de amar o próximo. li
Lição que alguns repetem por anos e anos sem conseguir passar.
Não há férias nessa escola.
O sinal não toca para encerrar o expediente.
Cada dia é uma nova aula.
E talvez o diploma final seja a serenidade de olhar para trás e dizer…
“Errei, mas aprendi.
Viverei aprendendo e melhorando até o último dia de aula.”
Autor desconhecido
1 comentário
Nídia Menezes kirjner · 14/04/2026 às 13:42
Lindo muito lindo parab.ens