APERTE O PLAY E OUÇA:
“Nossas mentes, assim como nossos cérebros, além de fantásticos, são muito interessantes. Não raras vezes, perdemos para eles.
Nossos problemas mais íntimos estão ligados à nossa criação e à nossa infância.
Algo que recebemos de menos ou em excesso pode ser o entrave para vivermos uma vida melhor.
Exemplos disso são o amor e/ou a carência afetiva.
Muitas pessoas acreditam não estarem recebendo o amor necessário em suas vidas. Este é o sintoma característico de dependência emocional extrema, causado pela carência afetiva: o famoso vitimismo.
Por esse motivo, grande parte delas culpa outras pessoas por seu estado emocional, atribuindo a responsabilidade aos outros.
Por outro lado, o “amor incondicional” significa amor pleno, completo, absoluto, que não impõe condições ou limites para amar. Quem ama de forma incondicional não espera nada em troca. O amor está em primeiro lugar.
O “amor incondicional” é um amor sadio, é um afeto sem limites, sem expectativas, que nunca terminará, enquanto que o “amor” é “apenas” um sentimento intenso que tem princípio e fim.
Temos que identificar nossos problemas e nos perguntar:
Meu amor é incondicional? Sou carente afetivo? Ou, sobretudo, tenho amor próprio?
Precisamos nos amar em primeiro lugar, depois amar os outros, pois somente assim será possível não ter carência afetiva e estar liberto para o amor incondicional. Amar a vida e a todos, sem esperar nada em troca. Muitas pessoas querem ser amadas, mas egoisticamente
não amam verdadeiramente ninguém, ou acham que amam, tão somente gostam. Devemos semear o amor, regá-lo, para então recebê-lo em troca. A vida é uma mão de via dupla.
As pessoas estão robotizadas, e a expressão “eu te amo” virou clichê…”
“Quando você gosta de uma flor, você a arranca. Quando você ama uma flor, você a rega todos os dias. Quem entende isso, entende a vida.” Buda
Autor Julio Cesar Soares da Silva
1 comentário
Ruan Albino Moura · 03/02/2026 às 01:08
Amar de verdade é dar sem esperar nada em troca, como Jesus nos ensinou quando disse para amarmos ao próximo como a nós mesmos. Ao longo desses 10 anos de jornada de autoconhecimento, percebo que quanto mais caminho, mais vejo o quanto ainda tenho para crescer; e isso também é amor, porque exige humildade e verdade diante de quem eu sou. Amar é abrir mão do controle e aceitar a beleza da vida como ela é, aprendendo a enxergar Deus no simples, para que no pouco tudo seja vivido como se fosse muito. Sempre busquei viver o que São Paulo nos orienta: que sejamos lembrados pelo nosso amor e que tudo o que fizermos seja como se fosse para Deus, seja no trabalho, na família ou nas pequenas atitudes do dia a dia. Que eu siga aprendendo a amar com mais maturidade, menos carência e mais presença, regando as relações importantes em vez de apenas esperar receber.